A importância da networking é inegável e por isso tenho mantido a minha bem ativa. Por conta disso é frequente ouvir empresários e profissionais comentando sobre o seu dia a dia. Todos tem a sensação de que seus problemas são únicos no mundo corporativo.

O que tem acontecido por aí?

Tem sido quase unânime comentários mencionando:

  • dificuldades em lidar com o financeiro porque o forte é ter o domínio do assunto técnico;
  • falta de comprometimento da equipe;
  • carência de profissionais com visão estratégica;
  • falta de comunicação e interação entre as áreas;
  • dificuldade de aceitar mudanças.

Com base na minha experiência, posso garantir que essas dificuldades são inerentes a qualquer negócio e  você não está sozinho.

• A falta de comprometimento pode ter nome específico na sua empresa mas também tem crachá na empresa ao lado da sua;
• Resistência aos novos modelos e processos também é uma questão quase que endêmica;
• Melhorar a comunicação entre áreas, com a liderança e clientes.

Enfim, suas questões são compartilhadas com tantos outros que estão vivenciando essa situação nesse exato momento.

Descrevendo assim, parece que estamos à beira do caos e pode parecer que não há saída, uma vez que os problemas fazem parte do dia-a-dia de tantos empresários e profissionais.

Networking é a saída?

Pois bem, com a minha experiência também posso te assegurar que tem algumas formas de sair desse ciclo e contornar esses “obstáculos” corporativos. Hoje gostaria de destacar o que considero a 1ª e mais viável das alternativas que é manter a networking.

Quando você conversa com pessoas que vivenciam situações similares às suas, é possível ter a noção de que os problemas não acontecem somente na sua Empresa. Também permite perceber que há problemas em comum. E então, se abrir para a possibilidade de compartilhar ações que já resultaram em avanços favoráveis em outras empresas. No mesmo sentido, conhecer profissionais e parceiros que possam apoiar as mudanças que se fazem necessárias para a sua questão

Ao mesmo tempo, você começa a ouvir outras pessoas as soluções que elas compartilham podem sinalizar aspectos que você estava ignorando. Isso pode fazer toda a diferença na hora de melhorar os resultados.

Por que vale a pena manter uma networking?

Fomentar essa networking entre seus colaboradores também favorece o aumento dos contatos profissionais e as possibilidades de analisar uma situação sob diversos pontos de vista. Esse movimento enriquece contatos comerciais, viabiliza soluções mais eficazes no dia a dia da Empresa. Da mesma forma, permite a co-criação de novas abordagens, o entrosamento entre equipes, além de favorecer a troca de experiência.

E trabalhar essa networking também é importante para a sua equipe, pois cada time tem uma perspectiva em relação ao cliente. Ao mesmo tempo, permite desenvolver um olhar diferenciado em relação à dinâmica dos processos internos da Empresa. Permitir a troca de experiências e pontos de vista resultando em pontos de avanço para todos os envolvidos.

Enfim, ativar a networking dos empresários e dos colaboradores só traz benefícios para os negócios e as carreiras.

Por Fernanda Rodello

Você sabe o que é mindset? Apesar de acharmos que tomamos decisões ou assumimos posicionamentos com base nos fatos que se apresentam, muitas vezes não é bem assim que as coisas funcionam. O seu mindset está sempre acionado e você nem percebe.

Certamente não percebemos, mas as ideias que baseiam nossas decisões provavelmente sempre estiveram conosco. Na verdade, adotamos uma atitude padrão para chegarmos às nossas conclusões.

De fato, grande parte das nossas decisões são tomadas com base em valores e crenças que carregamos pela vida.

Deixa eu te dar um exemplo? Enviei o link de um curso para uma amiga formada em Administração. O curso era sobre gestão de escritórios jurídicos. Antes mesmo dela abrir o link e saber do que se tratava, já me respondeu que não era boa com questões de lei.

Muito embora o link tivesse 11 palavras, a leitura de somente uma delas já fez com que concluísse que aquele curso não era para ela. E vou compartilhar com vocês que ela ignorou palavras como: administração, gestão, negócios.

Por que estou compartilhando essa situação com vocês? Porque a reação da minha amiga não foi meramente impulsiva. Na verdade, essa situação é um bom exemplo para iniciar uma conversa sobre mindset.

O que é mindset?
A fim de entender a reação da minha amiga, é preciso compreender os conceitos de mindset fixo e de crescimento. Assim como, cada um deles acaba nos levando a pensar ou agir, gerando opções de caminho tão distintas.

Certamente todos nós adotamos uma forma de encarar as situações e, consequentemente, de agir em relação a elas. E, por mais que não tenhamos consciência disso, nossas ações decorrem dos nossos conhecimentos, nossa experiência de vida, nossos sentimentos. Tudo isso representa nossa forma de pensar, que é mais conhecida como mindset.

A linha de raciocínio que construímos para fundamentar nossas ações, deixamos evidencias da nossa maneira de pensar. Desta forma, podemos adotar duas formas de raciocínio:

Mindset fixo – modelo mental adotado por pessoas que acreditam que nascem com talentos e as capacidades pré-definidos e que não é possível muda-los ou aprimorá-los ao longo da vida. Ao receber um rótulo, a pessoa de mindset fixo assume esse papel, entendendo que a sua capacidade é um dom sobre o qual ela não tem influência e que a define.

Quando se depara com situações em que sua estratégia falhou, a pessoa com mindset fixo acredita que aquela determinada capacidade está chegando ao fim. É como se tivéssemos um estoque limitado daquela habilidade.

Mindset de crescimento – as pessoas que tem o modelo mental de crescimento acreditam que os talentos podem ser desenvolvidos com tempo e persistência. Entendem que esse é o caminho para aproveitar as oportunidades que surgem ao longo da vida.

Certamente, não há preocupação com rótulos, uma vez que, ao adotar o mindset de crescimento, sabe que essa rotulação tem caracter temporário.

Está sempre aberto à mudança quando se vale desse modelo mental. Por isso é consciente de que todo conhecimento pode ser aprendido. Sabe que qualidades podem ser aperfeiçoadas através de vivências e dedicação. E entende que está no caminho do sucesso quando percebe que está aprendendo e esforçando-se para atingir o objetivo.

Como isso funciona em cada um de nós

Na medida em que você busca o autoconhecimento e amplia seu leque de conhecimentos, vai perceber que transitamos pelos dois modelos mentais. E isso é um bom sinal, uma vez que você percebe que é capaz de adotar um modelo mental ou outro.

A questão é entender o que você está buscando e qual modelo mental está prevalecendo. Se você busca mudanças, vale a pena repensar suas atitudes partindo de um mindset de crescimento.

No exemplo da minha amiga, o link que encaminhei a ela acionou seu mindset fixo. No entanto, ao ler esse texto, as reflexões que ela fará, favorecerão o exercício do seu mindset de crescimento. Afinal, ter a consciência das nossas ações, permite adotar, como mais facilidade, o mindset de crescimento.

Sendo assim, sugiro que você também busque refletir em situações em que você:
– diz que não é capaz de fazer;
– acha que é difícil e nem sabe bem porquê;
– pensa que só o outro é capaz de fazer;
– tira conclusões só com base em uma palavra ou outra.

Quer saber mais?

Enfim, se quiser saber mais sobre modelo mental, sugiro a leitura do livro “Coaching – mude seu mindset para o sucesso” da Editora Literare. Sou uma dos coautores e abordo o tema: “Desenvolvendo um mindset de sucesso diante dos desafios do Século XXI”.

Caso você tenha ficado curioso sobre o curso que mencionei, acesse o link:  http://portal.metodista.br/emec/especializacao/administracao-legal-gestao-de-negocios-juridicos

E se valendo do seu mindset de crescimento, leia sobre http://www.protalent.com.br/e-quem-motiva-o-lider/

Por Fernanda Rodello

 

Atualmente é crescente o número de pessoas que decidem encaminhar sua carreira ao empreendedorismo. Seja por acreditarem ter o perfil, seja por identificarem uma oportunidade ou até mesmo pela crise econômica que acaba gerando uma necessidade.

Junta-se a isso muitas vezes a frustração de um trabalho pouco criativo ou mesmo uma experiência desagradável em uma empresa ou setor, que o profissional logo pensa que empreender é o caminho. Discussões a parte de se essa é ou não uma boa alternativa a seguir, o que tenho visto de forma crescente, principalmente em empresas da nova economia e que tem um negócio que clama por inovação constante é a busca por profissionais empreendedores.

Isso mesmo, o mercado de trabalho está repleto de anúncios “Contrata-se empreendedores” … portanto é preciso saber identifica-los.

Empresas de nova economia, tecnologia, startups e que buscam profissionais com olhar de dono, tem crescido e tido dificuldades para encontrar candidatos com esse perfil, ficando as vezes, por meses com estas oportunidades em aberto.

Mas é possível ter um perfil empreendedor e buscar um emprego em uma empresa ou é imprescindível que eu abra a minha empresa para ser realizado profissionalmente? A resposta é: DEPENDE.

Uma pessoa com perfil empreendedor tem uma necessidade de ver a sua ideia colocada em prática. Ela tem o desejo de implementar aquilo que ela acredita, e assumir os riscos sobre isso. A vantagem para a empresa que contrata um profissional empreendedor é contar com alguém que tem ideias próprias, que gosta de ter a liberdade para criar, desenvolver soluções e produtos e que possivelmente precisará de pouca supervisão para isso.

Enquanto empresa, você vai precisar ser flexível com este profissional, liderar com algum grau de liberdade e não cercear essa mente criativa. Mas isso pode representar um risco para a Organização? Pode, e para eliminar esse risco você deve mapear com precisão os valores, propósito e o grau de identificação deste profissional com o que a empresa faz. O empreendedor tem uma necessidade visceral de se identificar com o negócio da empresa. É por isso que muitas vezes o caminho que ele busca é o de abrir o seu próprio negócio e não avalia bem tudo o que envolve empreender.

O profissional que já empreendeu ou que se identifica com essa atividade, por vezes tem receio de se expor ao mercado de trabalho com medo dos estereótipos que possam acompanha-lo. Neste ponto existem questões de ambos os lados: por parte da empresa a dúvida que paira é se esse profissional não será excessivamente indisciplinado e dono de seu nariz, desobedecendo políticas e normas. Outro ponto é se a empresa não será somente um trampolim para o que ele realmente quer.

Por parte do profissional, o que pesa é como ele será visto numa entrevista considerando que ele quer ter espaço para empreender suas ideias. Caso já tenha sido empreendedor, quais os impactos disso para a busca de um emprego e se ele não será taxado como alguém que fracassou.

Eu acredito que a resposta é simples, a transparência é tudo no estabelecimento de uma nova relação. Exponha (enquanto empresa ou profissional) as suas expectativas, receios e verdades, e o que poderá ocorrer é algo sensacional. Pode haver uma identificação mútua!

Realmente é importante que tanto profissional quanto empresa estejam “se buscando” pelos motivos certos. O empreendedor vai precisar de espaço para colocar a sua criatividade em ação, mas também precisará adequar-se às políticas desta empresa. A Organização ao contratar um profissional com esse perfil, deve estar aberta para uma atitude mais desbravadora e independente. Cercear as ideias desse profissional poderá ser o caminho mais curto para perdê-lo.

A dica que fica é:

  • EMPRESA: Avalie com calma se esse é o estilo de profissional que você quer TER e dê condições para que ele possa SER.
  • PROFISSIONAL: avalie se o seu desejo de empreender tem a ver com SER criativo e implementar e desenvolver as suas ideias ou se reside em TER um negócio próprio e direcione seu foco para o lugar certo.

O mercado de trabalho mudou, os profissionais e empresas estão em transformação, então as velhas respostas não irão responder as estas novas perguntas! Mostre-se.

Você pode fazer outras reflexões interessantes em: http://www.protalent.com.br/nem-tudo-sao-flores/

 

Por Regiane Favaro

Há alguns dias, eu estava lendo o resultado de uma pesquisa realizada nos Estados Unidos sobre feedback. Apesar da diferença cultural e linguística entre aquele país e o Brasil, a percepção dos participantes americanos deve ser bem similar àquela que, imagino, seria a resposta dos profissionais brasileiros no que diz respeito ao reconhecimento profissional.

De acordo com o estudo efetuado nos Estados Unidos pela Office Vice, uma empresa de employee engagement, conclui-se que:

  • 69% dos empregados consideram que se fossem reconhecidos poderiam trabalhar mais e melhor e;
  • 48% afirmam que havendo mais reconhecimento diminuiriam os pedidos de demissão;
  • 77% dos Diretores de Recursos Humanos acham que as avaliações anuais não refletem a verdadeira performance dos empregados e;
  • 92% pensam que o feedback, mesmo sendo negativo, tem impacto positivo no desempenho e,
  • 83% dos Millenials afirmam que o feedback que recebem não tem grande significado para eles.

Portanto, a grande maioria dos profissionais que participaram do estudo apontaram três pontos críticos:

  • importância do reconhecimento,
  • disparidade das avaliações em relação à realidade e
  • qualidade dos feedbacks.

Certamente esses números refletem os sentimentos dos participantes do estudo. Assim, vamos buscar entender o que está por trás desses dados.

1 . O reconhecimento profissional como fator motivacional
Acima de tudo, o reconhecimento permite que o profissional se mantenha focado nos resultados que está buscando e comprometido com o trabalho que está sendo executado.

Assim como as avaliações formais são necessárias, aquele reconhecimento dado de forma verbal ou através daquela mensagem por e-mail têm grande efeito.

2. E as avaliações desconectadas?
Ao estabelecer um sistema avaliativo para seus colaboradores, as Organizações realizam investimentos para a implantação de sistemas e metodologia. Assim como demanda tempo de todos os profissionais envolvidos.

No entanto, um texto padrão com elogios genéricos é formalizado. Dessa maneira, não refletem os resultados apresentados pelo avaliado durante o período. Ora são superficiais e não contemplam todos os pontos a serem abordados; ora carecem de qualquer identificação de ponto forte ou de melhoria.

3. O feedback encerrando o processo?
Certamente não adianta somente conversar no início e no final e ignorar o dia a dia do trabalho. Desta forma, as conversas frequentes e as trocas de insights constantes vão assegurar que todos e tudo continuam na mesma página.

E assim, fará sentido que o feedback seja o término do processo? O segredo de tudo é que feedback nunca pode ser o final do processo.

Acima de tudo, ele dever ser um passo dado várias vezes ao longo do trabalho. Os envolvidos têm que informar:

  • o que está acontecendo,
  • quais as dificuldades,
  • como as ideias estão se moldando à prática,
  • onde o processo está travando,
  • quando o cronograma deve ser alterado.

Desta forma, o momento conhecido como feedback vai arrematar o quanto das expectativas se tornaram realidade.
A partir do momento em que os feedbacks reflitam o genuíno interesse pelo desenvolvimento profissional; certamente teremos diferenças expressivas nos resultados de um novo estudo sobre o tema.

Quer saber mais sobre carreira e desenvolvimento profissional? Então também leia sobre http://www.protalent.com.br/que-profissional-as-empresas-estao-buscando/

Por Fernanda Rodello

 

Você deve estar cansado de saber que um dos principais papéis do líder é reconhecer e favorecer para que a motivação flua dentro do time. Contudo uma pergunta que pode inquietar a alta liderança de uma empresa é: e quem motiva o líder?

É uma questão complexa, entretanto se você seguiu até agora a leitura eu tenho algumas informações para você pensar:

  • Ser líder foi uma escolha sua, responsabilize-se
    Surpreso com a colocação?! Pare e pense bem… estar sentado nessa cadeira foi uma escolha sua, ou não foi? Consciente ou não, você fez escolhas que te levaram a essa posição. Aceitou desafios, assumiu responsabilidades, almejou projetos, tomou decisões. Tudo isso te colocou aí, portanto você não pode responsabilizar mais ninguém além de você pelo que acontece ao seu redor. Mesmo se você foi do tipo “jabuti”, você aceitou ser colocado neste poste. Talvez quando você fez estas escolhas você não soubesse das dificuldades que implicam em ser líder. Talvez só te venderam o lado glamoroso de estar à frente, ou você pode ter descoberto que essa não é a sua “praia”. Tudo bem, você é dono da sua carreira, mude de ideia e tome outras decisões.

 

  • Ser líder é para poucos
    Isso mesmo, me desculpem os demais, mas esse não é um papel que pode ser exercido por todos. Requer preparo, empenho, desejo e muitas vezes renúncias… E como eu disse, isso não é para todo mundo. Isso não significa que mais à frente em sua carreira isso não possa ser retomado; ou que em outros momentos de sua vida isso não tenha dado certo. Muitas vezes liderar tem a ver com momento de vida, tipo de empresa e estilo de gestão (de quem está acima principalmente). Contudo, nem sempre você encontra as condições para assumir esse papel, desta forma analise o cenário e entenda se é pra você.

 

  • Ser líder é ser forte
    Isso não significa que para ser líder você precisa ter superpoderes, entretanto significa sim que você terá que “aguentar o tranco”. Certamente não dá pra ficar se vitimizando e gastar tempo se lamentando. Ser líder é sim estudar mais que os outros. É acordar mais cedo e dormir mais tarde. É aguentar a pressão e não sair repassando desmedidamente, porque isso não ajuda a equipe. É saber absorver o impacto e transmitir o importante para o time e de forma adequada, não importa o tamanho do desaforo que você escutou do chefe ou do cliente. Acima de tudo, ser líder implica em chamar a responsabilidade para si quando a situação fica difícil. Afinal, as pessoas estão esperando por isso.

 

  • Ser líder é fazer o trabalho difícil
    Sim, é para isso que você está aí. Tem que tomar uma decisão complexa? É o líder que toma; tem que cortar custos? É o líder que percebe e executa; tem que ter uma conversa difícil com um profissional ou com um cliente? O líder não adia e assume a dianteira; ocorreu um erro grave e teve um prejuízo? É o líder que se responsabiliza… Isso não significa que o líder tem que ser um “faz tudo centralizador”. Tem que formar a equipe e saber delegar, mas em momentos decisivos e estratégicos, o líder ocupa o lugar que é dele.

 

  • Ser líder é gostar de gente
    Isso mesmo, talvez seja esse o maior desafio de todos. Acima de tudo, ser líder é cuidar de gente e se interessar genuinamente por elas. Nessa altura da sua carreira suas competências técnicas são muito menos importantes que suas competências relativas a gestão de pessoas. Assim, se seu colaborador não está performando a contento, isso não é um problema só dele. Seu papel é ir lá e entender o que está acontecendo. Afinal, pode ser uma deficiência técnica, pode ser um problema de comunicação ou uma questão pessoal que está interferindo no desempenho. A questão é: isso impacta no seu resultado, então o problema é seu também.

 

Desta forma, a pergunta “e quem motiva o líder?” já está respondida. O LÍDER É UM SER AUTOMOTIVADO e protagonista de sua carreira.

Isso não significa que a Organização pode negligenciar o importante papel que tem em manter um profissional indispensável para a sobrevivência dos negócios. Remuneração, programas de desenvolvimento, políticas adequadas às necessidades e a realidade destes profissionais: eis temas fundamentais para o sucesso da empresa e não podem ser tratados como assunto de pouca importância. Esse é o papel da empresa.

Agora, pensando na motivação do líder, o que podemos concluir é que o líder é uma pessoa que busca nos desafios e dificuldades o combustível para seguir em frente. Afinal, ele sabe que é capaz e prefere estar à frente definindo o seu caminho e do negócio ao qual decidiu se dedicar. O líder precisa ser consciente de suas escolhas e preparado para exercer o seu papel. Assim como, deve estar preparado para dar o melhor de si, e acima de tudo se sinta realizado com o que está construindo pra si e para a sociedade.

Pense mais sobre esse assunto em http://www.protalent.com.br/empoderamento-profissional-por-onde-comecar/

Por Regiane Favaro

atitude Churchill

 

 

Atitude é uma pequena ação que faz uma imensa diferença

– Winstow Churchill

Nessa época do ano a gente gosta de ler as previsões astrológicas para o Ano Novo. Assim como, escolhemos a cor da roupa que usamos na virada de acordo com o que buscávamos para 2019 e; programamos alguma simpatia como comer lentilha ou queimar a folha de louco para trazer prosperidade financeira e avanço na carreira.

Diante de todo esse ritual, talvez você esteja esperando alguma dica mística que se aplique à sua vida profissional. Se for o caso, acho melhor você desistir desta leitura agora mesmo. Porque vamos falar de fatos que já começaram a ser sinalizados e comentados em 2018 e que vão ser reforçados em 2019.

Portanto, se preparar para essas constatações é o ponto de partida para se atualizar como profissional e turbinar a sua carreira.

Afinal, as organizações também estão acompanhando esse movimento e já sabem o que esperar dos seus profissionais. Então o caminho é incluir alguns itens na sua lista de “desejos para o ano novo”. Mas desta vez, trate de colocar tudo isso em prática para não se perder diante do ritmo de mudanças que o mercado de trabalho exige dos profissionais.

1. É hora de entrar em ação
O conhecimento está cada vez mais ao alcance das nossas mãos. A gama de cursos e formações com diferentes temas é enorme. Sem contar a facilidade de formações online, que agilizam e viabilizam nossos estudos. Então conhecimento não é a questão.

O que vai fazer você se destacar em 2019 é a capacidade de demonstrar o que você está fazendo com esse conhecimento todo.

A pensadora de gestão Whitney Johnson aponta como próxima tendência a melhoria do nosso comportamento. Em outras palavras, os profissionais se destacarão na medida em que consigam demonstrar como o conhecimento que adquiriram, de fato, impactou a melhora de seus resultados no trabalho e na vida pessoal.

E como isso pode ser visto pelo empregador?

É hora de agir e colocar em prática tudo que você vem aprendendo. Esse conhecimento já te ajudou a mudar o olhar para buscar novas alternativas e soluções, então é o momento de se concretar no que precisa ser feito. Entrar em ação para buscar novos resultados.

2. Desenvolvimento de competências HUMANAS
Alguma dúvida de que a inteligência artificial tem superado as expectativas e está cada vez mais presente no nosso dia-a-dia. Essa mudança traz cada vez mais praticidade para nossa vida, mas não é só a nossa vida cotidiana que é afetada.

Assim como a vida pessoal, a vida profissional também é afetada por todo esse avanço e como o profissional fica diante desse cenário?

A saída é:

  • ser criativo,
  • resiliente,
  • comunicar-se com diferentes públicos e considerando diferentes perspectivas,
  • exercitar a empatia e a liderança;
  • conseguir gerir bem o tempo e as pessoas,
  • ser capaz de desaprender o que não é mais necessário e reaprender.

Isso quer dizer que é preciso destacar as competências que não podem ser automatizadas e que permitem atender as demandas que o mercado de trabalho vem apresentando. Os dados do LinkedIn mostram que os empregadores têm procurado cada vez mais profissionais com habilidades sociais. Ter suas competências socioemocionais desenvolvidas é o caminho para se destacar e ser o profissional que essa demanda exige.

Se você leu o texto até aqui, agora você está esperando a 3ª dica. No entanto, preciso te dizer que, por hora, você terá acesso a essas 2 dicas. E se você está pensando que duas dicas é muito pouco quanto o tema é carreira, minha sugestão é que você coloque essas duas dicas em prática ainda essa semana. Depois nos conte o que for acontecendo, suas dificuldades e conquistas. Assim, você estará pronto para receber a 3ª dica para turbinar sua carreira em 2019. Combinado?

Aliás, para saber mais sobre as competências socioemocionais e colocar no tema no seu radar de ações para 2019, leia também http://www.protalent.com.br/voce-sabe-o-que-sao-soft-skills/

Por Fernanda Rodello

bannersolucoes--protelent

Você sabe o que são as soft skills? Constantemente você percebe a presença dessas competências no seu dia a dia, nas relações pessoais e profissionais.

Com certeza você conhece alguém com dificuldade em verbalizar o que precisa ser feito e depois se queixa que não fizeram o que ela esperava? E aquela outra que tem facilidade em transitar por grupos diferentes e entender exatamente o que cada um deles quer? E lembra de alguém que é excelente técnico, entretanto, não se dá bem com a equipe?

Certamente você conseguiu lembrar de, pelo menos, uma pessoa que se encaixa em cada uma dessas situações. E eu vou te contar que essas pessoas evidenciaram (ou não) o que chamamos de soft skills.

Mas o que são as soft skills?

Soft skills é o nome, em inglês, dado para as competências socioemocionais, que se mostram essências em vários momentos das nossas vidas. Estamos falando de

comunicação, auto-conhecimento, resiliência, criatividade, liderança, senso crítico, empatia, dentre outras competências

que se evidenciam na forma como nos relacionamos e interagimos como indivíduos, como profissionais e como cidadãos.

Em decorrência da nossa formação cultural, acreditamos na ideia de que as soft skills são “dons” que recebemos. Dessa maneira, achamos que carregamos esses dons ao longo da nossa vida ou, simplesmente, não os temos porque não fomos agraciados com esse “presente divino”.

Por outro lado, fomos estimulados a desenvolver as “hard skills”, que são as competências técnicas,

tão necessárias para que um profissional ocupe qualquer posição em sua carreira.

Mas agora vou te contar duas informações que podem ajudar você a mudar a sua percepção sobre esse assunto:

  • Soft skills também podem (e devem) ser desenvolvidas ou aprimoradas;
  • As empresas já sabem que nem só de competências técnicas vivem os profissionais.

É possível desenvolver soft skills?

As competências socioemocionais, ou soft skills, podem ser desenvolvidas em qualquer pessoa, a qualquer tempo e os resultados são refletidos em vários aspectos da vida.

Um exemplo, já atestado cientificamente, é o caso de grupos de crianças em que as soft skills foram desenvolvidas,  foi evidenciado:

  • um aumento da média das notas escolares,
  • maior maturidade no momento de decidir que carreira seguir, e
  • diminuição dos índices de casos de bullying nesses grupos.

Afinal de contas, se as crianças já conseguem esses resultados, sem saberem que estão “de-sen-vol-ven-do  com-pe-tên-cias”, imaginem o que um adulto pode fazer, sendo consciente das suas necessidades e responsável pelo seu desenvolvimento.

O desenvolvimento e aperfeiçoamento das soft skills geram frutos tanto nas relações pessoais quanto profissionais, refletindo na motivação e engajamento das equipes dentro das Empresas.

Enfim uma equação com resultados positivos para todas as pontas.

Onde posso desenvolver soft skills?

Nos próximos dias 27/09 e 04/10, participe do SOFT SKILLS NA PRÁTICA e saiba mais como desenvolver as suas competências e da sua equipe. Maiores informações, acesso o link https://www.eventbrite.com.br/e/soft-skills-na-pratica-registration-49598225628

Quer ler mais sobre o assunto?  Afinal de contas, sempre é bom saber mais sobre o que pode potencializar sua carreira. http://www.protalent.com.br/quando-as-emocoes-impactam-a-carreira

Por Fernanda Rodello

avião de papel carreira

Você quer impulsionar sua carreira? Então, atente aos 8 fatores que impedem o processo de aprendizagem e seu desenvolvimento profissional. Se você acha que está imune a eles, talvez esteja enganado.

Sabe aquele livro que você precisa ler e não arruma tempo? A necessidade de aprender um novo idioma, mas você não se dedica? Pois é, todos nós em algum momento passamos por isso, mas o que você deve perceber é se esta situação tendo sido uma constância em sua vida, uma vez que ela pode estagnar seu desenvolvimento profissional e, consequentemente, sua carreira.

Conforme Fredy Kofman destaca em seu livro “Metamanagement “, existem alguns fatores que podem atrapalhar nosso desenvolvimento. Vale a pena refletir sobre eles a fim de acertar o leme!

1. A Cegueira – A pessoa cega acha que não tem nada a aprender e, além disso, não consegue enxergar suas limitações;

2. O Medo – Inimigo dos que acham que ficam vulneráveis se admitem a sua necessidade de aprender;

3. A Vergonha – Pessoas que acreditam que ao buscar aprendizado demonstram que são incompetentes por não ter aquele conhecimento;

4. A Tentação – Aqueles que atribuem a dificuldade de aprendizado a fatores externos, sendo assim as vítimas da situação. Acabam caindo na tentação de atribuir suas limitações à alguém ou alguma coisa;

5. O Orgulho – Quem não reconhece a necessidade de pedir ajuda, baseando seu orgulho na ilusão de onipotência. Desconhecem a grande oportunidade que é gerada ao trocar ideias e conhecimentos;

6. A Arrogância – Aquele que acredita que já sabe tudo;

7. A Preguiça – Pessoas que se ancoram no comodismo, fugindo do esforço necessário para a aprendizagem; e

8. A Desconfiança – A falta de confiança entre o aprendiz e o instrutor.

Considerando esses fatores que podem travar o seu desenvolvimento, a sugestão é que você faça sua autoanálise, transponha barreiras e mãos à obra!

Por Patricia Almeida

CADASTRE-SE EM NOSSA NEWSLETTER